Tenho visto este vídeo com certa freqüência em lugares bem distintos: na agência, em apresentações de veiculos e, pela última vez, no cliente.
O vídeo abriu a reunião que tinha como objetivo repensar a nova relação dos consumidores com a marca.
Temos um grande desafio: Como conquistar este “novo”consumidor que tem infinitas opções?
Vejam o vídeo. É espetacular!
Postagens dos profissionais de canais e outros colaboradores da SantaClaraNitro
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Revistas - quem lê o quê?
Finalizando essa série de posts sobre mídia impressa, publicamos um gráfico com informaçoes do TGI/Ano 8 de algumas Revistas e suas características em termos de Genero (% Homens no eixo vertical), Idade média (eixo horizontal), Renda Média Individual (cores quentes mais altas - conforme legenda) e Total de Leitores de 1 edição. Diferente dos demais charts, que foram do IVC (contagens exemplares), as informações do TGI são resultados de pesquisa de campo realizado no 2o sem/06-1o Sem/07. Desculpem, se como sempre, as imagens não permitem leituras precisas. Esse é um artíficio que da para ter uma percepção geral do mercado e (quem sabe?)sem que os fornecedores das informações não chiem, ok? Para ampliar, clique na imagem.
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Revistas segmentadas crescem em circulação
O gráfico abaixo, mostra a taxa de crescimento da circulação das 15 principais Revista no período de Jan'06 a Nov'07. Leitura do gráfico: (1) eixo vertical = taxa de crescimento, (2) cores quentes = maior crescimento, (3) tamanho da bola e eixo horizontal = circulação
Veja ainda é disparada a maior circulação, com 1,1 milhão de exemplares e e sua posição em cima do eixo horizontal, indica estabilidade. Claudia, Nova Escola, Época e Seleções estão no pelotão seguinte com diferenças significativas no movimento de tendência.
As melhores tendências em taxas de crescimento são de Saúde, Exame e Boa Forma, em posicão superior e cores quentes...
Dados baseados em informações do IVC.Clique para ampliar
Veja ainda é disparada a maior circulação, com 1,1 milhão de exemplares e e sua posição em cima do eixo horizontal, indica estabilidade. Claudia, Nova Escola, Época e Seleções estão no pelotão seguinte com diferenças significativas no movimento de tendência.
As melhores tendências em taxas de crescimento são de Saúde, Exame e Boa Forma, em posicão superior e cores quentes...
Dados baseados em informações do IVC.Clique para ampliar
Circulação e Crescimento dos jornais brasileiros.
No chart abaixo, estão os 12 títulos de jornais diários de maior circulação. Já tinhamos comentado anteriormente do Super Noticias de BH, que está entre os de maior circulação (mais altura das barras) e também como o de maior indice de crescimento (no lado direito em mais cores quentes). Jornal "Meia Hora" do RJ é outro titulo aparece relacionado e também com alto % de crescimento. A análise de crescimento considera o período de 2006 e 2007.
Os jornais tradicionais ainda aparecem entre as maiores circulações mas com crescimentos menores e certamente com proposta diferentes destes novos entrantes. O número nas barras refere-se a cirçulação Dez'07 em milhares.Fonte: IVC
Os jornais tradicionais ainda aparecem entre as maiores circulações mas com crescimentos menores e certamente com proposta diferentes destes novos entrantes. O número nas barras refere-se a cirçulação Dez'07 em milhares.Fonte: IVC
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
O que converte TRP em Publicidade
Num dos posts anteriores, falamos sobre Gêneros de Programas de TV Aberta mais eficazes na transformação de espaço/tempo em audiência, ou seja um TRP de conteúdo (TRPc). Só que existem inúmeros casos de programs audiência elevada mas que não conseguem converter em faturamento publicitário por razões que não discutiremos agora(lembram-se do "O povo na TV").
O continuidade natural, fizemos esse ensaio que cria indices que estamos chamando de ROR - Returm On Ratings...(acabamos de inventar, rsrsrsr...) Este traduz a eficiência na conversão de audiencia em faturamento, através de razão da AudienciaTempo/TRPc(no gráfico representado pelo deslocamento horizontal) pelo Volume de Publicidade (tamanho da bola) por gênero de programa. A eficácia ou o ROR é representado no gráfioco, pelo descolamento vertical (e a cor, quanto mais quente = mais eficaz).
Um exemplo é a Novela que tem 20% do TRPconteúdo e capta 27,9% da publicidade = ROR de 1,39... Não é o mais alto mas tem volume. O maior ROR é de Televendas mas tem um volume baixo 0,2% do faturamento total. E por aí vai...Espero que dê leitura... Clique para ampliar.
Fonte: informações baseadas em Monitor Ibope e Mediaquiz 2007
O continuidade natural, fizemos esse ensaio que cria indices que estamos chamando de ROR - Returm On Ratings...(acabamos de inventar, rsrsrsr...) Este traduz a eficiência na conversão de audiencia em faturamento, através de razão da AudienciaTempo/TRPc(no gráfico representado pelo deslocamento horizontal) pelo Volume de Publicidade (tamanho da bola) por gênero de programa. A eficácia ou o ROR é representado no gráfioco, pelo descolamento vertical (e a cor, quanto mais quente = mais eficaz).
Um exemplo é a Novela que tem 20% do TRPconteúdo e capta 27,9% da publicidade = ROR de 1,39... Não é o mais alto mas tem volume. O maior ROR é de Televendas mas tem um volume baixo 0,2% do faturamento total. E por aí vai...Espero que dê leitura... Clique para ampliar.
Marcadores:
Investimento Publicitário,
Mídia,
Pesquisa,
TV
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Mídia - +0,7%/mês em 24m e +1,6% em 12m
Analisando a evolução do Investimento em Mídia dos últimos 24 meses, chegamos um Índice de Crescimento de 0,81 (numa escala de -1 a +1) a um percentual de +0,7% ao mês em projeção linear de 24 meses. Em 12 meses passa para 0,96 e 1,6%... Grande evolução!!!
Veja no Gráfico (posições 24m):
Dentre os 15 setores econômicos de maior volume, aqueles de maior crescimento relativos foram Higiene e Beleza com +3,5% por mês, Internet com +3,2%, Imóveis com 2,4% e Farma com 2,1%.
Sem um crescimento relativo muito elevado, Varejo foi o de maior crescimento em volume absoluto, com crescimento de cerca 9 milhões por mês a preço de tabela.
No gráfico abaixo, dados de Indice de crescimento na horizontal, Crescimento relativo na vertical e Investimento absoluto o tamanho da bola...
Veja no Gráfico (posições 24m):
Dentre os 15 setores econômicos de maior volume, aqueles de maior crescimento relativos foram Higiene e Beleza com +3,5% por mês, Internet com +3,2%, Imóveis com 2,4% e Farma com 2,1%.
Sem um crescimento relativo muito elevado, Varejo foi o de maior crescimento em volume absoluto, com crescimento de cerca 9 milhões por mês a preço de tabela.
No gráfico abaixo, dados de Indice de crescimento na horizontal, Crescimento relativo na vertical e Investimento absoluto o tamanho da bola...
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Inteligência Exclusiva ou Parceria no Conhecimento...
1. Outro dia um técnico de tecnologia, estava me contando o “porque” dos chineses fazerem bons equipamentos eletrônicos custarem tão “balato”. .. A estorinha é assim: quando você encomenda um projeto a um “china”, ele prontamente agiliza dentro de sua network, toda sorte de parceiros:primos, cunhados, vizinho do vizinho, nenhum pudor ou burocracia.2. Outro dia me chamou a atenção, no Estadão, uma matéria sobre a maior feira de tecnologia do mundo em Las Vegas e dizia que uma das tônicas eram buscas por parcerias, não entre vizinhos, mas entre grandes marcas...Acho que é o reconhecimento de que hoje não existe tempo nem dinheiro para fazer 2 vezes a mesma coisa. Se alguém já fez antes, tá interessado em fazer negócio... pois que se o não fizer, vai estar perdendo dinheiro e tendo o risco de que seu potencial comprador, seja o futuro concorrente após algum investimento de risco!
Nesta semana 2 fornecedores me chamaram a atenção:
3. A Globosat com seus conteúdos de tempero local e sua força de vendas, se une com a Cereja/PRN, com sua expertise na implementação de mídia em ponto de venda, adquirido na gigantesca operação que mantem com a Wall-Mart norte-america, para dar o ultimo empurrão no consumidor antes de compra. É a fome e a vontade de comer...
4. Náo é a mesma coisa, mas é quase.. A empresa Ala do Rádio, reuniu uma equipe de profissionais experientes e ferramentas operacionais e de planejamento ,para facilitar o uso do meio radio como mídia publicitária, assumindo que a coisa fica mais fácil com a especialização. O que isso tem a ver com parcerias? Tem a ver parcerias na medida em que exige um certo desapego para reconhecer duas coisas: se estrategicamente for importante usar o Rádio, (1) um terceiro pode fazer essa operação de uma forma mais redonda e mais rentável, (2) para isso valeria pena sacrificar parte dos ganhos. Tenho a impressão que na Internet, a coisa funciona mais ou menos assim.
Até a pouco a “Inteligência Exclusiva” era ouro!Parece que a capacidade de estabelecer parcerias ganha força...eu acredito nisso!
Marcadores:
Conceito,
Mercado,
Mídia,
Mídia Indoor,
Rádio
Placar IVF 2007: Corinthians fica a frente do São Paulo
Este é o resultado do levantamento para aferir qual time teve mais visibildade na TV (transmissões de jogos vs audiência) na Grande São Paulo. O Coringão deu uma deslanchada no final do campeonato com 4 transmissões a mais. No entanto, em termos de visibilidade sua liderança foi de apenas 1 ponto a frente do São Paulo (+0,2%, acho que foi um empate técnico!rsrsrs...) . As demais equipes ficaram em posição bem abaixo no em visibilidade. Veja a Tabela:
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Audiência Duplicada ou GRP ou TRP
Para avançarmos nos conceitos de mídia, precisamos entender as diferenças entre as audiências duplicadas e as não-duplicadas.
As audiência duplicadas, tratados aqui, são mais tangíveis/concretas e é de mais fácil entendimento por que simplesmente somamos exposições. Exemplo:
Novela------- Audiência:15% x Universo: 1.000 = Impactos =150
Filme--------- Audiência: 10% x Universo: 1.000 = Impactos: 100
Se eu fizer uma programação com 3 inserções na Novelas + 2 no Filme, minha mensagem vai ser exposta ~ 650 vezes (simples contas de “mais” e de “vezes”). Isto em número absoluto...
Se fizermos a calculeira em percentuais, o resultado é a métrica que chamamos de GRP ou TRP, que nada mais é a soma dos percentuais de audiência ou simplesmente resultado da razão entre o Total de Impactos dividido pelo Universo (650/1000=65 TRPs). Estamos chamando isto da métrica por que o conceito chamaremos de Sistema GRP.
Prá que serve essa métrica?
1. Calibrar intensidade de esforço por mercado: em princípio 1 TRP /GRP tem o mesmo peso relativo em São Paulo ou em Xique Xique BA, a diferença é que em valores absolutos São Paulo é 250 vezes maior. Então se vc quiser fazer a metade do esforço em Xique-Xique BA, faça metada do volume de GRP/TRP, muito mais fácil do que se fosse manusear o total de paulista e xiquexiquenses, no sentido bíblico diria meu chefe...
2. Aferir custos de mídia por mercado: se 1 TRP proporciona o mesmo efeitos nos diferentes mercados, isto serve como um boa referência de custo de mídia por mercado, usado na seleção de mercado.
3. Pode ser usado também como parâmetro de rentabilidade, equivalente ao conhecido CPM ou Custo Por Mil, só que neste caso é chamado CPP ou Custo Por Ponto. Obviamente, neste caso, não é aplicável a diferentes mercados... fica complicado!!!
Em princípio, este pensamento é aplicável a qualquer mídia...
As audiência duplicadas, tratados aqui, são mais tangíveis/concretas e é de mais fácil entendimento por que simplesmente somamos exposições. Exemplo:
Novela------- Audiência:15% x Universo: 1.000 = Impactos =150
Filme--------- Audiência: 10% x Universo: 1.000 = Impactos: 100
Se eu fizer uma programação com 3 inserções na Novelas + 2 no Filme, minha mensagem vai ser exposta ~ 650 vezes (simples contas de “mais” e de “vezes”). Isto em número absoluto...
Se fizermos a calculeira em percentuais, o resultado é a métrica que chamamos de GRP ou TRP, que nada mais é a soma dos percentuais de audiência ou simplesmente resultado da razão entre o Total de Impactos dividido pelo Universo (650/1000=65 TRPs). Estamos chamando isto da métrica por que o conceito chamaremos de Sistema GRP. Prá que serve essa métrica?
1. Calibrar intensidade de esforço por mercado: em princípio 1 TRP /GRP tem o mesmo peso relativo em São Paulo ou em Xique Xique BA, a diferença é que em valores absolutos São Paulo é 250 vezes maior. Então se vc quiser fazer a metade do esforço em Xique-Xique BA, faça metada do volume de GRP/TRP, muito mais fácil do que se fosse manusear o total de paulista e xiquexiquenses, no sentido bíblico diria meu chefe...
2. Aferir custos de mídia por mercado: se 1 TRP proporciona o mesmo efeitos nos diferentes mercados, isto serve como um boa referência de custo de mídia por mercado, usado na seleção de mercado.
3. Pode ser usado também como parâmetro de rentabilidade, equivalente ao conhecido CPM ou Custo Por Mil, só que neste caso é chamado CPP ou Custo Por Ponto. Obviamente, neste caso, não é aplicável a diferentes mercados... fica complicado!!!
Em princípio, este pensamento é aplicável a qualquer mídia...
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Lendas Urbanas da Mídia 1
AUDIÊNCIA NA POPULAÇÃO É SEMPRE MAIOR QUE NO PUBLICO-ALVO!
Meia Verdade... Pode ser tanto maior quanto menor. Aliás, aproveitando a “deixa”, uma das formas de se chegar a afinidade é a “razão” entre a audiência no Target e a audiência na População.
Exemplo: se um programa tem audiência 15% no Público-alvo e 10% na População, isto significa que tem um afinidade de 1,5 (15% / 10% ) ou seja proporcionalmente o segmento de interesse consome proporcionalmente 50% mais o programa do que a media da população.
O que é sempre maior é o valor absoluto da audiência (impactos) da População se comparado com qualquer dos seus segmentos!!!
Nesta mesma linha, de "batepronto", muita gente acha que a Audiência Individual é maior que Audiência Lar... Neste caso, na grande maioria das vezes, a Audiência Lar é maior!!!
Meia Verdade... Pode ser tanto maior quanto menor. Aliás, aproveitando a “deixa”, uma das formas de se chegar a afinidade é a “razão” entre a audiência no Target e a audiência na População. Exemplo: se um programa tem audiência 15% no Público-alvo e 10% na População, isto significa que tem um afinidade de 1,5 (15% / 10% ) ou seja proporcionalmente o segmento de interesse consome proporcionalmente 50% mais o programa do que a media da população.
O que é sempre maior é o valor absoluto da audiência (impactos) da População se comparado com qualquer dos seus segmentos!!!
Nesta mesma linha, de "batepronto", muita gente acha que a Audiência Individual é maior que Audiência Lar... Neste caso, na grande maioria das vezes, a Audiência Lar é maior!!!
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Oferta e Consumo na TV Paga
No quadrante abaixo, uma réplica do que fizemos com TV Aberta a 2 postagens anteriores. A grande diferença é que enquanto as novelas, em sua maioria de produção local dominam a TV Aberta. Na TV Paga a maior parte do consumo (bolas maiores) ficam com os filmes (37%), as séries (19%) e infantis (15%), em sua maioria de grandes produtoras americanas... nada contra, até gosto muito... A grande oferta desses gêneros, característica do meio, faz com que sua relação de oferta/consumo fique neutra (1,0).
Outra coisa, é a grande diversidade de gêneros mas que não dão banho de audiência. Mas isso certamente dá a cara de cada canal. A posição próxima da barra horizontal indica oferta baixa e as bolas pequenas indicam demandas baixas. Informações baseadas no MidiaQuiz/Ibope Set/Nov'07
Outra coisa, é a grande diversidade de gêneros mas que não dão banho de audiência. Mas isso certamente dá a cara de cada canal. A posição próxima da barra horizontal indica oferta baixa e as bolas pequenas indicam demandas baixas. Informações baseadas no MidiaQuiz/Ibope Set/Nov'07
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Uma plataforma muito louca!
Olhando em volta, tenho uma boa impressão de que o livro, umas das formas mais antigas de publicar conteúdo está ganhando força. Livrarias, com espaços muito interessantes, estão pululando pela cidade. Neste fim do ano, recebi muitos livros de presentes, de jovens, de velhos amigos, de parceiros comerciais, da família e esta semana, no meu aniversário de meus companheiros de trabalho. E o incrível é que não ganhei nenhum CD. Se for mesmo verdade que os amigos lhe presenteiam com coisas que lhes são caras, então maravilha, os livros estão mesmo em alta!
Só para não perder o costume, vamos olhar este device como mídia. Será que o sucesso é por que os livros ficaram mais baratos e tem conteúdos com melhor custo benefício? Ninguém tem dúvida da qualidade de conteúdo, ele é integral, sem cortes e é oferecido muito antes da TV ou do cinema, sem para isso cobrar pela antecipação. O perfil dos seus consumidores é diverso e o que é mais matador é seu poder de segmentação demográfica e editorial...
Parece uma plataforma muito antiga, mas se prestar atenção vai ver que é muito moderno... seu "monitor" é muito doido, é tridimensional (Steve Jobs ou a Sony não chegaram nem perto), movida à energia mais eficiente do mundo, e permite cada um crie seus personagens e cenários... Quer coisa mais moderna que isso, nessa era onde só se fala de recriações e autorias colaborativas???
Quanto a sua função, só se fala coisas boas de seu papel na sociedade. Mas acho que um problema é que ainda não chegaram num formato interessante de explorá-lo como mídia publicitária... pelo menos eu não lembro de um formato a altura dessa plataforma maravilhosa. Se alguém tiver alguma sugestão, escreva aí embaixo nos comentários!
Só para não perder o costume, vamos olhar este device como mídia. Será que o sucesso é por que os livros ficaram mais baratos e tem conteúdos com melhor custo benefício? Ninguém tem dúvida da qualidade de conteúdo, ele é integral, sem cortes e é oferecido muito antes da TV ou do cinema, sem para isso cobrar pela antecipação. O perfil dos seus consumidores é diverso e o que é mais matador é seu poder de segmentação demográfica e editorial...
Parece uma plataforma muito antiga, mas se prestar atenção vai ver que é muito moderno... seu "monitor" é muito doido, é tridimensional (Steve Jobs ou a Sony não chegaram nem perto), movida à energia mais eficiente do mundo, e permite cada um crie seus personagens e cenários... Quer coisa mais moderna que isso, nessa era onde só se fala de recriações e autorias colaborativas???Quanto a sua função, só se fala coisas boas de seu papel na sociedade. Mas acho que um problema é que ainda não chegaram num formato interessante de explorá-lo como mídia publicitária... pelo menos eu não lembro de um formato a altura dessa plataforma maravilhosa. Se alguém tiver alguma sugestão, escreva aí embaixo nos comentários!
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
TV Aberta: quem converte tempo em audiência!!!!
Chega de "embromation", vamos trabalhar. O chart abaixo dá um cenário do contéudo ofertado na TV Aberta em 3 dimensões. Abaixo, segue a tecla SAP sua leitura:
1. Oferta (deslocamento horizontal): o que é ofertado na grade dos canais; Leitura: em posição mais a direita está "Religiosos", que significa que este é o gênero ocupa maior parte do tempo da grade da TV Aberta, com cerca de 13% da grade, enquanto que Rural ocupa menos de 1%.
2. Demanda (deslocamento vertical): este índice faz um relação entre o que é ofertado e o que gera ratings. Novela está em posição mais acima o que índice que é o gênero de maior preferência, 4 vezes acima da média. Religiosos náo tem o mesmo sucesso!
3. Consumo (tamanho da bola): a maior bola é da novela pois com menos de 6% do tempo, consegue cerca de 22% do tempo consumido na TV Aberta. É mole????
Estas informações foram geradas a partir de dados do Mediaquiz Set/Nov'07. Divirta-se!!!
Cique na imagem para ampliar!!!!
1. Oferta (deslocamento horizontal): o que é ofertado na grade dos canais; Leitura: em posição mais a direita está "Religiosos", que significa que este é o gênero ocupa maior parte do tempo da grade da TV Aberta, com cerca de 13% da grade, enquanto que Rural ocupa menos de 1%.
2. Demanda (deslocamento vertical): este índice faz um relação entre o que é ofertado e o que gera ratings. Novela está em posição mais acima o que índice que é o gênero de maior preferência, 4 vezes acima da média. Religiosos náo tem o mesmo sucesso!
3. Consumo (tamanho da bola): a maior bola é da novela pois com menos de 6% do tempo, consegue cerca de 22% do tempo consumido na TV Aberta. É mole????
Estas informações foram geradas a partir de dados do Mediaquiz Set/Nov'07. Divirta-se!!!
Cique na imagem para ampliar!!!!
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Ano Novo, Novas Mídias?
A vontade é que no piloto automático, as coisas mudem junto com a virado do ano... Na vida real não é bem assim. Como o que move o mundo é a vontade com atitudes de mudanças, então, além dos tradicionais Saúde, Paz, Felicidade, etc...precisamos canalizar o desejo e o espírito coletivo de renovação tradicional a todas as passagens de ano a posturas e atitudes. O que os mídias poderiam ter como meta de renovação?
Uma coisa que influi decisivamente no perfil profissional dos mídias é o tipo de abordagem que caracteriza os mídias. Normalmente é o racional, a razão e a lógica é o que se imagina ao perfil dos que optam serem mídias, mas o mercado vem mudando. Se de um lado, cresce a pressão pelo Retorno sobre o Investimento (ROI) cuja expectativa é uma calculeira sem fim para tomadas da decisão que tragam resultados eficazes e mais lucrativos, por outro cresce também a demanda por pensamentos de mídia mais criativos e soluções inovadoras, somada a capacidade intuitiva que suportem decisões rápidas baseados em informações mais numerosa, complexas e de menor confiabilidade. Isso tira um pouco o foco do lado esquerdo, passando para a acionar maiores esforços ao hemisfério direito do cérebro, caracterizados pela criatividade e intuição.
Não sei quanto a vocês, mas eu acho que mídia é uma daquelas profissões onde cada vez mais se torna essencial aprender a virar a chavinha dos hemisférios, ora direito ora esquerdo e acho que esse é um desafio!
Feliz Ano Novo!!!
Uma coisa que influi decisivamente no perfil profissional dos mídias é o tipo de abordagem que caracteriza os mídias. Normalmente é o racional, a razão e a lógica é o que se imagina ao perfil dos que optam serem mídias, mas o mercado vem mudando. Se de um lado, cresce a pressão pelo Retorno sobre o Investimento (ROI) cuja expectativa é uma calculeira sem fim para tomadas da decisão que tragam resultados eficazes e mais lucrativos, por outro cresce também a demanda por pensamentos de mídia mais criativos e soluções inovadoras, somada a capacidade intuitiva que suportem decisões rápidas baseados em informações mais numerosa, complexas e de menor confiabilidade. Isso tira um pouco o foco do lado esquerdo, passando para a acionar maiores esforços ao hemisfério direito do cérebro, caracterizados pela criatividade e intuição. Não sei quanto a vocês, mas eu acho que mídia é uma daquelas profissões onde cada vez mais se torna essencial aprender a virar a chavinha dos hemisférios, ora direito ora esquerdo e acho que esse é um desafio!
Feliz Ano Novo!!!
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Televisor - Ainda fica muito tempo ligado por muita gente!
Domingo é o dia que a TV é mais usada, em média as pessoas usam por 3h 49min.
Mais gente: Quarta-Feira é quando foi usado por mais pessoas, 70,9%. Futebol?
Este números são resultantes de utilização por TV Aberta+Cabo+Games e outros usos como monitor.
Fonte: Mediaquiz Ibope Set/Nov'07 - Total de Indivíduos/6mercados
Mais gente: Quarta-Feira é quando foi usado por mais pessoas, 70,9%. Futebol?
Este números são resultantes de utilização por TV Aberta+Cabo+Games e outros usos como monitor.
Fonte: Mediaquiz Ibope Set/Nov'07 - Total de Indivíduos/6mercados
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Conceitos: CPM e Custo GRP são equivalentes? Sim e Não!
SIM ( )
1. Equivalente na análise do custo por impacto no mesmo mercado e mesmo target.
Seu uso mais comum: seleção de programas ou veículos quando com melhor rentabilidade - o custo por mil impactos (CPM) ou Custo para atingir o equivalente a 1% do público-alvo (Custo 1 GRP/TRP). Até ai são equivalentes na função e proporcionais no índice.
2. Usado também para cálculo de 1% de Alcance ou seu equivalente em números Absolutos, CPM Audiência Líquida.
3. Sim também no comparativo de rentabilidade de programação.
NÃO ( )
1. Qual mercado é mais barato veicular TV? Neste caso, o CPM é melhor. Esquecendo peculiaridades específicas, o que um programa cobra para impactar 1000 paulistas deveria custar o mesmo que para expor 1000 cariocas. Diferenças de CPM entre mercados é referencia de rentabilidade. Cuidado! Glorinha Kalil diria que seria um pecado mortal somar o CPM de mercados. Se um dia tiver que fazer isso, faça uma média (não estou falando de etiqueta!) dando uma ponderadinha de leve!
2. Então pra que serve o Custo TRP? Ao contrário do CPM, dá noção de valor de mídia a mercados diferentes: Se um programa em São Paulo tem um Custo TRP de 1000, então no Rio, seria esperado que custasse 600 por que tem população de telespectadores 40% menor (chutei!)..
3. Custo TRP, é um bom índice para cálculos de CDI e BDI, além de outras utilidades, mas isso está em outro capítulo mais adiante. Continua...
1. Equivalente na análise do custo por impacto no mesmo mercado e mesmo target.
Seu uso mais comum: seleção de programas ou veículos quando com melhor rentabilidade - o custo por mil impactos (CPM) ou Custo para atingir o equivalente a 1% do público-alvo (Custo 1 GRP/TRP). Até ai são equivalentes na função e proporcionais no índice.
2. Usado também para cálculo de 1% de Alcance ou seu equivalente em números Absolutos, CPM Audiência Líquida.
3. Sim também no comparativo de rentabilidade de programação.
NÃO ( )
1. Qual mercado é mais barato veicular TV? Neste caso, o CPM é melhor. Esquecendo peculiaridades específicas, o que um programa cobra para impactar 1000 paulistas deveria custar o mesmo que para expor 1000 cariocas. Diferenças de CPM entre mercados é referencia de rentabilidade. Cuidado! Glorinha Kalil diria que seria um pecado mortal somar o CPM de mercados. Se um dia tiver que fazer isso, faça uma média (não estou falando de etiqueta!) dando uma ponderadinha de leve! 2. Então pra que serve o Custo TRP? Ao contrário do CPM, dá noção de valor de mídia a mercados diferentes: Se um programa em São Paulo tem um Custo TRP de 1000, então no Rio, seria esperado que custasse 600 por que tem população de telespectadores 40% menor (chutei!)..
3. Custo TRP, é um bom índice para cálculos de CDI e BDI, além de outras utilidades, mas isso está em outro capítulo mais adiante. Continua...
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Mídia, CPMF e a Teoria do Caos!!!!
O que a queda do CPMF tem a ver com o negócio de mídia? Acho que tem tudo a ver...com a mídia, com o mercado, com o país!
E não tem nada a ver com o quanto pior melhor... É um sinal e tem a ver com coisas mais sérias:
1. Regiões de conforto: o país necessita urgentemente de reformas... Mas parece que para mudar, precisamos de colocar pregos nas cadeiras de quem decide, provocar desconfortos do tipo: fazer a oposição dar as caras, reduzir seus orçamentos para que haja menos disperdícios e usem os recursos mais eficazmente. Alguém tem dúvida que dá para usar o melhor o nosso dinheiro? Mas chega de falar sério...Vamos viajar:
2. No mundo com CPMF: Efeito Dominó
Efeito dominó é conhecido como aquele comportamento linear e previsível e no caso do CPMF seria alguma coisa assim: 40 bilhões onde Z% iria para Saúde, Y% para Programas Sociais e X% iria para algum destino desconhecido.
No mundo sem CPMF: Efeito Borboleta
Efeito Borboleta: também conhecido pela Teoria do Caos (Lorenz, 1966) , que certamente vocês já cruzaram com “ela” pela imagem: “...o bater de asas de uma simples borboleta na Amazônia poderia influenciar o curso natural das coisas e, assim, talvez provocar um tufão lá no Texas...”
Clique na imagem e aguarde carregar..
Do wikipedia: “A Teoria do Caos para a física e a matemática é a hipótese que explica o funcionamento de sistemas complexos e dinâmicos. Em sistemas dinâmicos complexos, determinados resultados podem ser "instáveis" no que diz respeito à evolução temporal como função de seus parâmetros e variáveis. Isso significa que certos resultados determinados são causados pela ação e a interação de elementos de forma praticamente aleatória”
Sem CPMF, os 0,38% das movimentações financeiras vai para os bolsos dos quase 200 milhões de borboletas, digo, de brasileiros e que no fim irá provocar um tufão de 40 bilhões diretamente na economia e que poderá provocar um efeito positivo na saúde e na felicidade geral da população... ou não? De qualquer forma, pelo que a gente lê por aí, é melhor nas nossas mãos que na deles... E aí quem sabe não sobra também para o mercado publicitário! É isso aí!!!
E não tem nada a ver com o quanto pior melhor... É um sinal e tem a ver com coisas mais sérias:
1. Regiões de conforto: o país necessita urgentemente de reformas... Mas parece que para mudar, precisamos de colocar pregos nas cadeiras de quem decide, provocar desconfortos do tipo: fazer a oposição dar as caras, reduzir seus orçamentos para que haja menos disperdícios e usem os recursos mais eficazmente. Alguém tem dúvida que dá para usar o melhor o nosso dinheiro? Mas chega de falar sério...Vamos viajar:2. No mundo com CPMF: Efeito Dominó
Efeito dominó é conhecido como aquele comportamento linear e previsível e no caso do CPMF seria alguma coisa assim: 40 bilhões onde Z% iria para Saúde, Y% para Programas Sociais e X% iria para algum destino desconhecido.
No mundo sem CPMF: Efeito Borboleta
Efeito Borboleta: também conhecido pela Teoria do Caos (Lorenz, 1966) , que certamente vocês já cruzaram com “ela” pela imagem: “...o bater de asas de uma simples borboleta na Amazônia poderia influenciar o curso natural das coisas e, assim, talvez provocar um tufão lá no Texas...”
Clique na imagem e aguarde carregar..
Do wikipedia: “A Teoria do Caos para a física e a matemática é a hipótese que explica o funcionamento de sistemas complexos e dinâmicos. Em sistemas dinâmicos complexos, determinados resultados podem ser "instáveis" no que diz respeito à evolução temporal como função de seus parâmetros e variáveis. Isso significa que certos resultados determinados são causados pela ação e a interação de elementos de forma praticamente aleatória”
Sem CPMF, os 0,38% das movimentações financeiras vai para os bolsos dos quase 200 milhões de borboletas, digo, de brasileiros e que no fim irá provocar um tufão de 40 bilhões diretamente na economia e que poderá provocar um efeito positivo na saúde e na felicidade geral da população... ou não? De qualquer forma, pelo que a gente lê por aí, é melhor nas nossas mãos que na deles... E aí quem sabe não sobra também para o mercado publicitário! É isso aí!!!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Estágio Virtual na Santa Clara
As inscrições podem ser feitas até o dia 15 de janeiro, por meio do site da Santa Clara. Cada candidato só pode preencher uma ficha. Cuidado! Quem procura acha!!!
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Critério de Classes Sócio-econômica sob revisão
O critério Brasil e outros critérios anteriores sempre foram alvos de críticas, principalmente quando não reflete alguma idéia preconcebida dos usuários. E uma das mais recorrentes é de que a Classe AB que o critico tem na cabeça não bate o perfil resultante sob critério em questão: “pôxa, mas até meu jardineiro é classe AB”.
Comissão da ABEP estudou o assunto, inclusive olhando o que é usado nos outros países, mas é aquela coisa, cada um usa o que reflete mais sua realidade: renda familiar, nível de ocupação, idade , aparência do lar, grau de instrução, etc, etc... A nossa continua sendo o critério de pontos de acordo com posse de bens de conforto e instrução do chefe da família.
Mudar porque? Novos itens de conforto passaram a fazer parte do lar e isto exigia um estudo de atualização. O curioso é que nenhum desses novos "devices", como computador, internet e celular, foram inclusos porque apesar de discriminantes, sua penetração não se estabilizou.
Objetivos do critério Brasil 2008:
1.Ferramenta: Sistema que seja um eficiente estimador da capacidade de consumo
2.A célula: O domicílio, assumindo o consumo como característica familiar.
3.Segmentação: classes de acordo com a capacidade de consumo de produtos e serviço
4.Lado prático: ser de fácil coleta e operacionalização
5.Estabilidade/Confiabilidade: Uniformidade geográfica e ao longo do tempo

Não esperem mudanças malucas.
Aos críticos de plantão, o critério Brasil continua não tendo como objetivo medir o mercado de luxo, cerca de 1% de população. Para isso entidades de pesquisa deverão estudar inclusão de um critério especifico para esse fim.
Não deu para ir na apresentação feita hoje no Ibope. Tomei por base a apresentação enviada por eles.Download
Comissão da ABEP estudou o assunto, inclusive olhando o que é usado nos outros países, mas é aquela coisa, cada um usa o que reflete mais sua realidade: renda familiar, nível de ocupação, idade , aparência do lar, grau de instrução, etc, etc... A nossa continua sendo o critério de pontos de acordo com posse de bens de conforto e instrução do chefe da família.Mudar porque? Novos itens de conforto passaram a fazer parte do lar e isto exigia um estudo de atualização. O curioso é que nenhum desses novos "devices", como computador, internet e celular, foram inclusos porque apesar de discriminantes, sua penetração não se estabilizou.
Objetivos do critério Brasil 2008:
1.Ferramenta: Sistema que seja um eficiente estimador da capacidade de consumo
2.A célula: O domicílio, assumindo o consumo como característica familiar.
3.Segmentação: classes de acordo com a capacidade de consumo de produtos e serviço
4.Lado prático: ser de fácil coleta e operacionalização
5.Estabilidade/Confiabilidade: Uniformidade geográfica e ao longo do tempo
Não esperem mudanças malucas.
Aos críticos de plantão, o critério Brasil continua não tendo como objetivo medir o mercado de luxo, cerca de 1% de população. Para isso entidades de pesquisa deverão estudar inclusão de um critério especifico para esse fim.
Não deu para ir na apresentação feita hoje no Ibope. Tomei por base a apresentação enviada por eles.Download
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Conceitos: Audiencia, Afinidade e Rentabilidade
Já comentamos que a audiência e da afinidade em posts anteriores. São metricas que traduzem em números as características de uma opção de mídia. Estamos repetindo para iniciar uma série sobre Conceitos de Mídia.
Assim como uma Dona-de-Casa vai ao supermercado e escolhe um ingrediente que vai na receita de um bolo, a mesma coisa ocorre quando o mídia se escolhe uma alternativa de sua programação de mídia.
1. Você compra audiência, e náo inserção, para controlar a quantidade de vezes que quer que sua mensagem seja entregue. Grandes audiências = muitas entregas simultâneas. Um mesmo volume de entrega de mensagens podem ser feitas por muitas opções de pequenas audiências ou poucas de grandes, embora iguais, isto resulta em resultados diferentes, mas isso é assunto para os próximos posts de Conceitos sobre audiência “não-duplicada”.
2. Enquanto a DC verifica a composição dos ingredientes do tipo mais gordura ou menos açucar, o mídia analisa a qualificação/perfil ou afinidade das alternativas de mídia, para ver aquelas que mais mais agradam, uma questão identificação entre os consumidores do produto vs da mídia... Se traduz mais qualidade do que em quantidade.
3. Resta saber o quanto cada opção custa. Preços altos ou baixos é tudo uma questão de custo benefício: preço alto é Ok se a entrega também for grande, da mesma forma que preço baixo não se traduz em entregas vantajosas. Este é o ROI primário da mídia, o quanto você paga e o quanto tem de retorno.
4. A expectativa é ter opções de custos relativos semelhantes (CPMs ou Custo GRP/TRP)para cada entrega. Mas reconhecidamente a mensagem pode ser feita por uma carta simples ou envolvido em embalagens especiais: pão-de-ló simples ou com glacê e a cereja em cima de quebra.
A mensagem aqui é não ser tão inflexível ao analisar os números...
Assim como uma Dona-de-Casa vai ao supermercado e escolhe um ingrediente que vai na receita de um bolo, a mesma coisa ocorre quando o mídia se escolhe uma alternativa de sua programação de mídia.
1. Você compra audiência, e náo inserção, para controlar a quantidade de vezes que quer que sua mensagem seja entregue. Grandes audiências = muitas entregas simultâneas. Um mesmo volume de entrega de mensagens podem ser feitas por muitas opções de pequenas audiências ou poucas de grandes, embora iguais, isto resulta em resultados diferentes, mas isso é assunto para os próximos posts de Conceitos sobre audiência “não-duplicada”.
2. Enquanto a DC verifica a composição dos ingredientes do tipo mais gordura ou menos açucar, o mídia analisa a qualificação/perfil ou afinidade das alternativas de mídia, para ver aquelas que mais mais agradam, uma questão identificação entre os consumidores do produto vs da mídia... Se traduz mais qualidade do que em quantidade.
3. Resta saber o quanto cada opção custa. Preços altos ou baixos é tudo uma questão de custo benefício: preço alto é Ok se a entrega também for grande, da mesma forma que preço baixo não se traduz em entregas vantajosas. Este é o ROI primário da mídia, o quanto você paga e o quanto tem de retorno.
A mensagem aqui é não ser tão inflexível ao analisar os números...
Assinar:
Postagens (Atom)